terça-feira, 24 de janeiro de 2012
O Bambu e o vento
Certo homem, um fazendeiro muito rico, estava em seu luxuoso quarto de enormes janelas, de onde através de uma delas podia contemplar um vasto bambuzal e confabulava consigo mesmo, ao perceber que um vento impetuoso, naquela tarde, sacudia os bambus de um lado para o outro, fazendo-os, como num balé fantástico, tocar o solo várias vezes. Dizia ele em seus pensamentos que apesar da resistência daqueles enormes bambus, ele era mais forte, pois quando adquiriu aquelas terras, mandou derrubar os arvoredos em redor, e muitas árvores muito mais fortes que as do bambuzal.
Esse bambuzal que podia observar de sua extraordinária mansão, estava em terras vizinhas, mas isso não o impedia de utilizar aqueles bambus para a sua plantação de hortaliças. Mas quando o pequeno agricultor, proprietário daquelas terras resolveu plantar próximo das terras do rico fazendeiro, a reação não foi nada cordial, não foi a mesma do pequeno agricultor que não se incomodava das freqüentes retiradas de bambus em sua propriedade.
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Alegria por Ocasião da Colheita
Quem sai andando e chorando enquanto semeia, voltará com júbilo, trazendo os seus feixes. Sal. 126:6.
Thomas Johannes Bach, estudante de Engenharia, caminhava por uma rua de Copenhague certo dia, quando um juvenil se aproximou dele com um folheto na mão.
- Aceita este folhetinho? - perguntou o menino. - Ele tem uma mensagem para o senhor.
Olhando para o folheto, Thomas viu que era religioso. Não estava interessado e não gostou de ter sido parado na rua por causa de um folheto.
- Por que você incomoda as pessoas com a sua religião? - quis saber ele. - Sou perfeitamente capaz de tomar conta de mim mesmo.
Como o rapazinho continuasse com a mão estendida, Thomas pegou o folheto de modo grosseiro, rasgou-o e colocou-o no bolso. O garoto virou-se e foi embora muito triste. Mas Thomas não conseguiu tirar os olhos do menino.
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